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Consultando as nossas estatísticas, constatei que hoje, dia 30 de maio de 2007, exatamente às 09h 46min 17 seg o nosso Space foi acessado pela décima milésima vez. Não deu para identificar quem nos conectou. Sei, com certeza, que foi através do site de busca do Google-Brasil.
Dez mil vezes fomos vistos, lidos, avaliados, conhecidos por novos amigos de diversos lugares do mundo. É uma marca para o nosso currículo, para a hossa história. É certo que sabíamos que a gente ia chegar, mas... chegamos antes do que se imaginava. Acreditamos e valeu a pena. Agora, rumo aos VINTE MIL!
VIVA "NÓS AQUI"!
Vando
My thanks to friends Olivier, from France, and Hafees James Awaeputeh, from Thayland, for your messages. They are always wellcome. I invite you to visit us many, many more times and sign up our Guest-Book, also.
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Meus agradecimentos aos amigos Olivier, da França e Hafees James Awaeputeh, da Tailândia, pelas mensagens. Elas são sempre bem-vindas. Aproveito para convidá-los a visitar-nos muitas e muitas vezes, deixando suas mensagens no livro de vistas, também.
Vando
PROFISSÃO: MÃE
Uma mulher foi renovar a sua carteira de motorista e pediram-lhe para informar qual era a sua profissão.
Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.
"O que eu pergunto é se tem um trabalho", insistiu o funcionário. "Claro que tenho um trabalho", exclamou ela. "Sou mãe".
"Nós não consideramos "mãe" um trabalho. Vou colocar "Dona de casa", disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica.
A pessoa que me atendeu, que era, obviamente, uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona da situação, perguntou qual é a minha ocupação. Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora: "Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas."
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.
Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
- Posso perguntar, disse-me ela com novo interesse, o que faz, exatamente? Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder: "Desenvolvo um programa a longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas).
Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda???), para o qual o grau de exigência é em nível de 14 horas por dia (para não dizer 24 horas).
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou e, pessoalmente me abriu a porta.
Quando cheguei em casa, com o título da minha carteira erguido, fui recebida pelas componentes da minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 3 anos. Do andar de cima, pude ouvir o meu novo experimento (um bebê de seis meses), testando uma nova tonalidade de voz. Senti-me triunfante!
Maternidade... que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas "Doutora-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas". As bisavós, "Doutora- Executiva- Sênior". E as tias, "Doutora-Assistente".
Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras. Doutoras na Arte de fazer a vida melhor !!!
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Foto: do saite "Nosotros2.Com"
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NOSSA HOMENAGEM ÀS MÃES NO SEU DIA
Neste próximo domingo, 13 de maio, estaremos comemorando o "DIA DAS MÃES". É uma das datas mais caras de nosso calendário, quando lembramos com afeto profundo daquelas que dedicaram suas vidas a nos dar a vida e a fazer de nós pesssoas de bem. Geralmente a gente envia mensagens falando sobre nossas mães, sobre o que elas representam para nós e tentamos, com palavras mais ou menos apropriadas, dizer-lhes tudo o que sentimos por elas. Quando usamos um outro meio para divulgar mensagens, como este nosso "Space", por exemplo, publicamos poemas ou crônicas dizendo-lhes palavras bonitas e tecendo-lhes todos os elogios que se abrigam em nossos corações.
Este ano decidi mudar um pouco. Em lugar de falar delas e sobre elas, vou deixar que uma delas, aureolada pela luz do Pai, fale-nos de si mesma e diga tudo que sente no mais íntimo de seu ser, diante da maravilhosa e inigualável missão de SER MÃE. É um verdadeiro poema o que vocês vão ler. Tinha-o guardado há muito tempo e recentemente resgatei de meus arquivos. É um texto primoroso e acredito que vocês vão gostar.
Vando
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- POEMA DE MÃE -
- Foto de Simon Dewey -
Meu filhinho.
O santuário de minh’alma acendeu todas as lâmpadas de que dispunha e adornou-se com todas as flores do jardim de minhas longas esperanças para receber-te.
Cada frase tua possui uma vibração diferente e sublime para o meu organismo espiritual e, por isto, utilizo-me hoje da vida, adaptando-me ao teu país interior, guardando a alegria e a obediência da Terra, que se move ao redor do Sol para melhor reter-lhe os divinos raios.
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Antes que pousasses em meu colo, os dias eram para mim a expectativa torturante e secular em sombria furna; entretanto, quando me beijaste pela primeira vez, tudo o que era obscuro e monstruoso banhou-se de inesperada luz.
Fontes ocultas se desataram cantando, e calhaus que feriam mostraram gemas celestiais...
O pesado orvalho das lágrimas converteu-se em chuva de bênçãos, precipitando-se na terra sequiosa e fecundando divinas sementes de amor e eternidade...
Prelibei, desde então, a glória da vida, nos deliciosos segredos que a envolvem.
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Celebrei-te a vinda como acontecimento máximo de minha passagem no mundo.
Renovaste-me o calendário íntimo e consolidaste novas forças no governo do meu destino, ensinando-me a louvar o Poder Celeste, portador do teu coração de luz às minhas células mais recônditas que, à maneira de um grande povo, reverenciam em ti o enviado de redenção e paz, concórdia e alegria.
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Rei de minh’alma, vieste aos meus braços com a destinação de uma estrela para o meu caminho e orgulho-me de sentir-te os raios renovadores. Minha serenidade vem da tua harmonia.
Só aspiro a uma glória: a de permanecer contigo no reino da perfeita compreensão.
Só desejo uma felicidade: a de contemplar a alegria calma e bela em teus olhos misteriosos.
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Teu coração é o tenro arbusto que se converterá em tronco abençoado com a ajuda de minha alma, que, manancial de carinho, te afagará as raízes...
Em breve, serás a árvore robusta e magnânima, enquanto continuarei sendo a fonte inalterável aos teus pés, rejubilando-me com a graça de ver-te espalhando flores e frutos, perfumes e reconforto aos viajantes da estrada...
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Filho de minha ternura, de onde vens? De onde vimos?
Cale-se o cérebro que, muitas vezes, não passa dum filósofo negativo, e fale, entre nós, o coração, que é sempre o divino profeta da imortalidade.
Vens para mim da Coroa Resplandecente da Vida e venho, por minha vez, ao teu encontro, emergindo do Amor que nunca morre...
Abro-te as portas do mundo e elevas-me ao santuário da fraternidade, porque, ao influxo de tua claridade indefinível em meu ser, a minha existência se dilata, cresce e se renova, fazendo meus os filhos alheios e desfazendo-se em amor e renúncia no Templo da Humanidade inteira.
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- De “Falando à Terra”, Anália Franco, pág. 89 - psicografia de Francisco Cândido Xavier – FEB, RJ, 1951 -
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Às nossas Mães, às Mães de nossos filhos e a todas as Mães, de qualquer lugar do mundo e de toda parte do Universo onde se encontrem, incluindo aquelas que visitam o nosso "Space", com o carinho de "NÓS AQUI" neste dia que é de vocês.
Que Deus abençôe a todas.
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A CANÇÃO DO AMOR
Foto: Paulo Fillinger
Quando Karen, como qualquer mãe, soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada.
Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe. Afinal, ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.
A gravidez se desenvolveu normalmente.
No tempo certo, vieram as contrações. Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três; então, a cada minuto uma contração.
Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karen demorou horas. Enfim, depois de muito tempo de sofrimento a irmãzinha de Michael nasceu. Só que ela estava muito mal.
Com a sirene no último volume, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary.
Os dias passaram. A menininha piorava. O médico disse aos pais para se prepararem para o pior. Havia poucas esperanças. Karen e seu marido começaram, com muita tristeza, os preparativos para o funeral.
Há apenas alguns dias antes estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê. E agora, os planos eram outros.
Enquanto isso Michael pedia todos os dias aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha.
"Eu quero cantar pra ela", dizia.
A segunda semana de UTI entrou e não se sabia se o bebê sobreviveria até o fim dela.
Michael continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para sua irmã, mas crianças não podiam entrar na UTI.
Mas a mãe, Karen, decidiu: levaria Michael ao hospital de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva.
Ela vestiu Michael e rumou para o hospital. A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali. Mas Karen insistiu: "ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!"
Diante da insistência e sofrimento daquela mãe, a enfermeira levou Michael até à incubadora.
Ele olhou demoradamente para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida e, depois de alguns minutos, começou a cantar com sua voz infantil: "Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro..."
Naquele momento, o bebê pareceu reagir. A pulsação começou a baixar e se estabilizou. Karen encorajou Michael a continuar cantando.
E ele prosseguiu: "Você não sabe, querida, o quanto eu a amo. Por favor, não leve o meu sol embora..."
Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave. "Continue, querido!", Pediu Karen, emocionada.
E Michael sussurava baixinho: "Outra noite, querida, eu sonhei que você estava em meus braços..." O bebê começou a relaxar. Michael cantava. A enfermeira começou a chorar. "Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...por favor, não leve o meu sol embora..."
No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa.
O Woman's Day Magazine chamou essa história de "o milagre da canção de um irmão". Os médicos chamaram simplesmente de milagre. Karen chamou de "milagre do amor de Deus."
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O amor é a presença de Deus no coração das criaturas. É força incrivelmente poderosa, capaz de modificar as situações mais difíceis.
Quem ama, envolve a pessoa amada em suave bálsamo perfumado que penetra e alivia as dores, os medos, a insegurança.
O amor fortalece a confiança, faz florescer a esperança, renascer a alegria, ressurgir a felicidade.
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© Momento Espírita 2003
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